A importância dos colégios militares no Brasil

Valorização da meritocracia, disciplina rígida, noções de hierarquia, cidadania e respeito são ativos que vem atraindo um público cada vez maior para essas instituições.

Nas escolas militares, é o aluno quem se molda às regras, não o contrário. Os estudantes que não se adaptam acabam transferidos. Envolvimentos amorosos, desrespeito aos professores, brigas entre alunos, vandalismo e uso de drogas, tão comuns nas escolas ditas “progressistas”, não são tolerados nas escolas militares.

Nessas instituições, a disciplina é levada a sério, o que proporciona um ambiente de estudo organizado, respeitoso e sadio.

Não é a toa que o sistema militar de ensino vem se expandindo em todo Brasil. Só em Goiania, nos últimos 6 meses, as escolas administradas por PMs passaram de 18 para 26. E o Governo espera fechar o ano com mais 24 instituições. Em todo Brasil, há 93 escolas militares. Até o fim de 2015, serão 109. E a procura por vagas não para. Há, inclusive, lista de espera por matrículas.

Muitas dessas escolas estão situadas em regiões violentas, dominadas pelo tráfico, e acabam ajudando a afastar meninos e meninas da criminalidade.

Segundo o coronel Júlio César Mota, as escolas militares fazem um trabalho preventivo com a comunidade, e o percentual de ex-alunos no crime é perto de zero.

Já a professora da USP, Carmen Moraes desaprova o sistema. À Folha, ela disse que o ensino militar é autoritário, um “erro político, pedagógico e social”.

Não é o que mostram as estatísticas.

O desempenho dos alunos de escolas militares é dos melhores no IDEB – o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica. Em nove estados brasileiros, os colégios militares ficaram em primeiro lugar no Enem – o Exame Nacional do Ensino Médio.

Os resultados das escolas militares falam mais que qualquer argumento contrário: pedagógico ou ideológico. Diante dos fatos, resta, aos críticos, o silêncio.

 

 

 

Fonte: jovempan.uol.com.br

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